Qual Shopping Comprar NotíciasQual Shopping Comprar Notícias
Font ResizerAa
  • Home
  • Empreendedorismo
  • Mundo
  • Notícias
  • Sobre Nós
Leitura: Shoppings perdem visitantes para o comércio online, mas faturamento do setor deve crescer em 2026. Como isso é possível?
Compartilhar
Font ResizerAa
Qual Shopping Comprar NotíciasQual Shopping Comprar Notícias
  • Home
  • Empreendedorismo
  • Mundo
  • Notícias
  • Sobre Nós
Search
  • Home
  • Empreendedorismo
  • Mundo
  • Notícias
  • Sobre Nós
Qual Shopping Comprar Notícias > Blog > Notícias > Shoppings perdem visitantes para o comércio online, mas faturamento do setor deve crescer em 2026. Como isso é possível?
Notícias

Shoppings perdem visitantes para o comércio online, mas faturamento do setor deve crescer em 2026. Como isso é possível?

Leo Voralen
Leo Voralen 3 de julho de 2026
Compartilhar
Shoppings perdem visitantes para o comércio online, mas faturamento do setor deve crescer em 2026. Como isso é possível?
Shoppings perdem visitantes para o comércio online, mas faturamento do setor deve crescer em 2026. Como isso é possível?
Compartilhar

Queda de público não impede alta na receita projetada pela Alshop, enquanto lojistas de eletrônicos e associações de pequenos comerciantes divergem sobre as causas da retração.

Quem passa por um shopping brasileiro em um dia de semana talvez tenha notado corredores mais vazios do que há alguns anos. Essa impressão tem respaldo em números. Dados da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) apontam queda de 6,2% nas visitas mensais na comparação entre 2019, antes da pandemia, e 2025, segundo reportagem do jornal O Tempo. Ao mesmo tempo, a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) projeta faturamento de 203,7 bilhões de reais para o setor em 2026, considerando a entrada de 11 novos empreendimentos no mercado. A combinação de menos gente circulando com mais dinheiro entrando parece contraditória à primeira vista, mas reflete uma reorganização que já está em curso dentro do varejo físico brasileiro, puxada em boa parte pelo avanço das compras pela internet.

Contents
Queda de público não impede alta na receita projetada pela Alshop, enquanto lojistas de eletrônicos e associações de pequenos comerciantes divergem sobre as causas da retração.Por que os shoppings têm menos visitantes mesmo crescendo em número de unidadesO que os números da Allied e da Abrasce mostram sobre o comportamento do consumidorO que esperar dos shoppings brasileiros para o restante de 2026

Por que os shoppings têm menos visitantes mesmo crescendo em número de unidades

O presidente da Alshop, Nabil Sahyoun, reconhece a queda no volume de clientes em dias como sexta-feira, quando o home office costuma ser mais comum entre as empresas, mas não trata o comércio eletrônico como um adversário direto do shopping físico. Para ele, os dois canais funcionam de forma complementar, e a taxa de vacância média dos shoppings brasileiros está em 4,6%, patamar que a associação considera saudável diante do “crescimento consistente” registrado ao longo dos últimos anos. Entre 2019 e 2025, o número de shoppings no país cresceu 14%, chegando a 658 empreendimentos, enquanto a área bruta locável (ABL) subiu 9%, para 18,3 milhões de metros quadrados, segundo os dados apresentados por Sahyoun.

Nem todo mundo no setor concorda com essa leitura. Mauro Francis, presidente da Associação Brasileira dos Lojistas Satélites de Shoppings (Ablos), que representa pequenos e médios comerciantes, aponta um problema mais estrutural. Segundo ele, as altas taxas de juros somadas à concorrência online pressionam diretamente o bolso do consumidor, que passa a pensar duas vezes antes de comprar em loja física. “A classe média praticamente desapareceu no Brasil”, afirma Francis, que também critica o que considera concorrência desleal de algumas plataformas digitais em relação ao varejo tradicional. A divergência entre Alshop e Ablos mostra que o impacto da retração de público não é sentido da mesma forma por lojistas âncoras e por pequenos comerciantes, que costumam ter menos margem para absorver períodos de menor movimento.

O que os números da Allied e da Abrasce mostram sobre o comportamento do consumidor

Um exemplo prático dessa transformação vem da Allied, distribuidora responsável pela maior parte das lojas Samsung no Brasil. A empresa fechou quase metade dos seus pontos de venda desde a pandemia, saindo de 180 lojas em 2020 para 95 atualmente, todas dentro de shopping centers. Apesar da redução no número de unidades, cada loja remanescente passou a faturar em média 564 mil reais por mês, valor bem acima dos 200 mil reais registrados antes do fechamento das lojas menos lucrativas. Silvio Stagni, presidente da Allied Tecnologia, explica que o público dos shoppings vem caindo de forma geral, o que obrigou a rede a concentrar operações nos pontos com melhor desempenho. Segundo ele, no mercado nacional de celulares, a fatia de vendas online saltou de 25% em 2020 para 45% atualmente, um indicativo direto de como o hábito de compra do consumidor mudou nos últimos anos.

A Abrasce, por sua vez, atribui parte da queda no fluxo de visitantes ao modelo de trabalho híbrido adotado por diversas empresas, que reduz a circulação de pessoas em dias específicos da semana, mesmo em um momento de retomada geral do trabalho presencial no país. Esse cruzamento de fatores, entre juros altos, mudança de hábito de consumo e novos formatos de trabalho, ajuda a explicar por que o setor de shoppings consegue projetar crescimento em faturamento mesmo enquanto lida com menos gente passando pelos corredores. A leitura que fica é a de um mercado em ajuste, no qual lojas menores e menos lucrativas fecham para dar lugar a operações mais concentradas e rentáveis.

O que esperar dos shoppings brasileiros para o restante de 2026

Para quem frequenta shoppings no dia a dia, essa reorganização já aparece em detalhes práticos, como a substituição de lojas fechadas por novos formatos de atendimento, unidades maiores por marca e uma oferta gastronômica mais ampla. A entrada de 11 novos empreendimentos prevista para 2026 sugere que o setor ainda aposta em expansão física, mesmo diante da concorrência crescente do comércio eletrônico, apostando que a experiência presencial continua tendo valor para uma parte relevante do consumidor brasileiro. Ao mesmo tempo, a discussão entre Alshop e Ablos deixa claro que os efeitos dessa transição não chegam da mesma forma a todos os lojistas, e que pequenos comerciantes tendem a sentir com mais intensidade qualquer redução no fluxo de visitantes. Acompanhar como essas associações e grandes redes ajustam suas estratégias ao longo do ano ajuda a entender para onde caminha o consumo presencial no Brasil, e por que a queda em um indicador, como o número de visitas, nem sempre significa retração para o setor como um todo.

Fontes consultadas:
https://www.otempo.com.br/economia/2026/4/20/shoppings-do-pais-enfrentam-queda-de-publico-e-vendas-comercio-online-ganha-espaco

Compartilhe esse artigo
Facebook Twitter Email Print
Pessoa usa um smartphone para inserir dados de cartão durante uma compra online.
Decreto do SAC reforça atendimento ao consumidor em apps, marketplaces e entregas
Notícias
Gianmarco Marchetti
Gestão de hotel: Confira os erros que mais corroem a rentabilidade
Notícias
Frascos de perfumes sem marcas visíveis ao lado de uma caixa de encomenda em ambiente de comércio eletrônico
Perfumes importados irregulares entram na mira de operação em marketplaces e redes sociais
Notícias
Dalmi Defanti
Quando simplificar faz uma marca perder identidade
Notícias
Smartphone exibindo uma interface de conversa com uma ferramenta de inteligência artificial generativa
CGI.br lança guia sobre IA generativa, redes sociais e riscos para as eleições de 2026
Notícias
André de Barros Faria
O botão de aprovação que não garante supervisão nenhuma
Notícias
Rede GTB
Veja como reter o cliente quando o preço do combustível é igual ao do concorrente
Notícias
Pessoa conferindo o IMEI de um celular usado antes da compra, com aparelho e nota fiscal sobre uma mesa, sem textos legíveis.
Operação fiscaliza 241 estabelecimentos e recupera 783 celulares em 15 estados
Notícias
Qual Shopping Comprar Notícias

QualShoppingComprar é o seu portal para as notícias que mais importam. Aqui você encontra análises aprofundadas sobre tecnologia, política e os principais acontecimentos do Brasil e do mundo.

Sigma Educação
Educação e tecnologia: Como a escola pode integrar recursos digitais sem perder o lado humano, explica a Sigma Educação
28 de setembro de 2026
Rede GTB
Veja como reter o cliente quando o preço do combustível é igual ao do concorrente
1 de outubro de 2026
H&M amplia presença nos shoppings brasileiros e inaugura nova loja no Rio: o que muda para o consumidor
H&M amplia presença nos shoppings brasileiros e inaugura nova loja no Rio: o que muda para o consumidor
18 de setembro de 2026

© 2025 Qual Shopping Comprar- [email protected] – tel.(11)91754-6532

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?